Skip BreadcrumbHome / Provedor Cliente / Perguntas e Respostas


Perguntas e Respostas



Como apresentar uma exposição ao Provedor do Cliente

Pode apresentar aqui a sua exposição, colocando o assunto de forma clara e sintética e remetendo eventual documentação acessória.

Quais as áreas de competência do Provedor do Cliente?

O Provedor do Cliente gere as reclamações e as Novas Reclamações dos Clientes do Millennium bcp relativamente às áreas de:

  • Atividade das sucursais
  • Banca de Investimentos
  • Crédito
  • Locação Financeira/Leasing
  • Fatoring
  • Valores Mobiliários

Assegura-se igualmente a análise das reclamações respeitantes à actividade de:

  • Crédito Imobiliário/Crédito à habitação
  • Seguros comercializados pelo Millennium bcp

Quais os prazos de resposta?

De acordo com os prazos previstos no Regulamento do Provedor do Cliente, o Banco terá que dar uma resposta ao Cliente reclamante no prazo máximo de 30 dias. Este prazo poderá ser excecionalmente alargado, nos casos de extrema complexidade, para 60 dias.

Quem dá resposta?

No caso do Cliente apresentar pela primeira vez a reclamação junto da Provedoria do Cliente a resposta, será dada pelo Centro de Atenção ao Cliente do Banco, procedimento interno que em nada afeta a devida e atempada análise da queixa deduzida. Porém, o processo é sempre acompanhado pela Provedoria do Cliente.

Posso recorrer de uma decisão desfavorável do Banco?

Sim. No caso de já ter obtido resposta desfavorável do Banco o Cliente pode recorrer diretamente para o Provedor do Cliente, sendo agora o processo da sua estrita competência procedendo-se ao exame, parecer e resposta final no âmbito de tal processo de Nova Reclamação e sem a interferência de qualquer outro organismo do Banco.

Se não for Cliente do Banco posso apresentar uma exposição ao Provedor?

Sim. Mas nesta situação a exposição será antes gerida exclusivamente pelo Centro de Atenção ao Cliente e endereçada pela Provedoria aquela área, todavia poderá ser desde logo directamente remetida:

  • Por email para o 707502424@millenniumbcp.pt
  • Por telefone para o 707 50 24 24; 918272424, 935222424 ou 965992424
  • Por carta para Banco Comercial Português, SA
    Centro de Atenção ao Cliente
    Avenida Doutor Mário Soares (Tagus Park)
    Edf. 9 / Piso 1
    2744-005 Porto Salvo

De qualquer modo a Provedoria encaminha sempre qualquer documentação que recepciona.

Qual é o tratamento dado aos meros pedidos de informação?

Este tipo de comunicação não é tratada pelo Provedor do Cliente. É antes da exclusiva competência do Centro de Atenção ao Cliente para a qual deve ser dirigido o pedido (ver endereços na pergunta anterior).

O que é uma recomendação do Provedor?

Consiste no aconselhamento de uma prática dirigida aos serviços do Banco relativamente à conduta profissional adequada, face a determinado circunstancialismo especificamente verificado ou derivado da interposição de uma Nova Reclamação por determinado Cliente.

A recomendação final do Provedor, no caso concreto, é directamente aplicável?

Não. A recomendação do Provedor carece de aprovação pela Comissão Executiva sendo a partir daí vinculativa e obrigatória para todos os serviços do Banco.
Nos processos de menor complexidade, a recomendação é diretamente remetida para a área visada para ser implementada se assim for entendido, não sendo remetida à Comissão Executiva.

Pode alguém apresentar uma reclamação em nome e a meu pedido?

Sim. Se solicitar a um terceiro, este pode deduzir a reclamação junto do Provedor, sendo que a resposta será dada sempre ao Cliente por força do sigilo bancário.

Podem as reclamações ser indeferidas liminarmente?

Sim. As reclamações anónimas, as manifestamente carentes de fundamento, bem como as reveladoras de má-fé ou as que utilizem vocabulário impróprio não são atendidas pela Provedoria do Cliente.

O processo de reclamação junto do Provedor do Cliente tem custos para o reclamante?

Não, é totalmente gratuito.

O pedido de intervenção ao Provedor do Cliente impede-me do acesso a outras entidades?

Não. Os Clientes não ficam evidentemente privados de recorrerem aos competentes meios jurisdicionais, os Tribunais, ou a outros mecanismos de resolução extrajudicial de litígios.